Love Poems – Page 3638
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Ai amiga cruel! que apartamento
Ai amiga cruel! que apartamento / He este que fazeis da patria terra? / Ai! quem do amado ninho vos desterra, … -
Campo! nas syrtes deste mar da vida
Campo! nas syrtes deste mar da vida, / Apos naufragios seus taboa segura; / Claras bonanças em tormenta escura, … -
Ah minha Dinamene! assi deixaste
Ah minha Dinamene! assi deixaste / Quem nunca deixar pôde de querer-te! / Que ja, Nympha gentil, não possa ver-te! … -
Guardando em mi a Sorte o seu direito
Guardando em mi a Sorte o seu direito. / Em verde me cortou minha alegria. / Oh quanto feneceo naquelle dia, … -
Cantando estava hum dia bem seguro
Cantando estava hum dia bem seguro, / Quando passava Sylvio, e me dizia: / (Sylvio, pastor antiguo que sabia … -
O ceo, a terra, o vento socegado
O ceo, a terra, o vento socegado, / As ondas que se estendem por a areia, / Os peixes que no mar o somno enfreia, … -
Ah Fortuna cruel! ah duros Fados!
Ah Fortuna cruel! ah duros Fados! / Quão asinha em meu damno vos mudastes! / Com os vossos cuidados me cansastes, … -
Quanto tempo, olhos meus, com tal lamento
Quanto tempo, olhos meus, com tal lamento / Vos hei de ver tão tristes e aggravados? / Não bástão meus suspiros inflammados, … -
Lembranças, que lembrais o bem passado
Lembranças, que lembrais o bem passado / Para que sinta mais o mal presente, / Deixae-me, se quereis, viver contente, … -
Quando os olhos emprégo no passado
Quando os olhos emprégo no passado, / De quanto passei me acho arrependido; / Vejo que tudo foi tempo perdido, …
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