Love Poems – Page 3621
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Deixa-me
Quando cançado da vigilia insana / Declino a fronte n’um dormir profundo, / Porque teu nome vem ferir-me o ouvido, … -
O sabiá
(CANÇONETA) / Desprende a voz adorada, / Namorada, … -
Ilusão
Sinistro como um funebre segredo / Passa o vento do Norte murmurando / Nos densos pinheiraes; … -
Soneto I
Desponta a estrella d’alva, a noite morre. / Pulam no mato aligeros cantores, / E dôce a brisa no arraial das flôres … -
Paisagem
Dorme sob o silencio o parque. Com descanço, / Aos haustos, aspirando o finissimo extracto / Que evapora a verdura e que deleita o olfacto, … -
A noite
Um vento fresco e suave entre os pinhaes murmura. / A Noite, aos hombros solta a desgrenhada coma, / No seu plaustro de crepe, entre as nuvens assoma... … -
Aurora
Mensageira da luz, a briza corre. A Aurora / Do seu leito real de tyro se levanta. / Toda a campina acorda em festa. Cada planta … -
Inverno
Outr’ora, quanta vida e amor nestas formosas / Ribas! Quão verde e fresca esta planicie, quando, / Debatendo-se no ar, os passaros, em bando, … -
A ideia
De onde ella vem?! De que materia bruta / Vem essa luz que sobre as nebulosas / Cáe de incógnitas cryptas mysteriosas … -
Debaixo do tamarindo
No tempo de meu Pae, sob estes galhos, / Como uma véla funebre de cêra, / Chorei billiões de vezes com a canceira …
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